terça-feira, 30 de outubro de 2007

Ciclo de vida

Indecisão
Preço que pago com a solidão
Uma consciência em desajustamento vão
Repetindo a morte, pulsão

Labirinto torto, saia justa
Vê se me expulsa do seu coração
Pois se depende de mim
Não abro mão
Porque aparenta solução

Mas só aparenta
E sem razão
Por merecimento?
Não!

Deixe-me ter que plantar pra colher os frutos
Pois sonhos abruptos não dizem o óbvio
Tomar as rédeas da vida
Não é se entregar à vontade

terça-feira, 23 de outubro de 2007

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A cada dia estou matando um pedaço de mim
Términos e voltas retratam a minha fraqueza
Se com ela ou com a outra, a verdade é que não importa
Os términos e voltas são porque eu estou perdido
Perdido de mim mesmo
De minha fragilidade que não é pouca
De meus momentos em que sou tão fraquinho que quase choro
Na verdade o Gustavo é daquele jeito que a gente sente quando vê uma cena de amor em filmes de comédia romântica...
Sou pequenininho... do tamanhozinho daquele sentimento
Apertadinho que fica no coração
Mas eu havia me esquecido disso
E achava o máximo encontrar grandeza em belas companheiras
Mas isso só serviu para tamponar
este "Pequeno Polegar" de 1,84
que resume todo o meu ser...
Mas eu vou me encontrando
Nem que seja me dando um tempo pra sofrer
E acho que assim me tornarei uma pessoa melhor
No sonho de um dia voltar triunfante...

Desculpem-me meus amores... amo vcs duas... mas agora eu tenho que me matar e reaprender a amar o meu verdadeiro eu... para que talvez um dia vocês também possam amar-me o Gustavo... e não a essa frágil imagem que eu andei passando mas que nada sou...

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Aonde vou?

Perdido da vida
Apenas incertezas e uma falta de juízo
Queria que fosse fácil, mas são muitos corações envolvidos
E eu fico nessa de me dividir...
São detalhes da vida
Acho que tenho que procurar ajuda
Uma análise por semana não está bastando
Mero desencanto que se torna um novo encanto
que pode vir a ser um canto que canto em meu canto só
Se isso acontecer não será nenhuma novidade...
Solidão... até que não
Medo dela, talvez
E não será diferente dessa vez...
Nunca foi... (é só ler o blog pra ver, não é?)
Mas agora se trata de uma virada na vida...
Fico com quem amo ou com quem estou?
Coloquei-me numa sinuca de bico e não sei nem onde está a caçapa...
Sei da minha desgraça e da que eu criei para elas...
Indecisões que levam ao fracasso...
Medo que leva a inércia
E a atitude? Fica pra depois...
Ou pra nunca mais, se o tempo já tiver se esgotado...

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Recapitulando...

Quem me dera
Ter coragem pra dizer a ela
Que é de coragem que ela precisa

Claro que é por orgulho
Que eu nunca digo
Mas isso ela tem de sobra
Se achas que sou só eu

Tenho mil motivos
E mais um não seria difícil
Mas tenho vontade de nova chance

Sei que é esforço vão
A estrutura dela não me permite
Ou talvez sou eu que não a permito
Por mil motivos
E mais um não seria difícil

Mas acho que vou voltar
Só depende do esforço dela
E é só por isso que eu não dou certezas

... mas tudo isso não passa de um sintoma...