Indecisão
Preço que pago com a solidão
Uma consciência em desajustamento vão
Repetindo a morte, pulsão
Labirinto torto, saia justa
Vê se me expulsa do seu coração
Pois se depende de mim
Não abro mão
Porque aparenta solução
Mas só aparenta
E sem razão
Por merecimento?
Não!
Deixe-me ter que plantar pra colher os frutos
Pois sonhos abruptos não dizem o óbvio
Tomar as rédeas da vida
Não é se entregar à vontade
terça-feira, 30 de outubro de 2007
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