Arrebento-me
E penso que é só por um instante
Mas vejo que é constante
Então eu me desdobro
E nego a mim mesmo
Pra ver se me faço bem
Saboto minha vontade
Pra fugir de minha inércia
Mas não me encontro
Pois não sei quem sou
Sem meus valores
Sem minhas dores
Doce mundo amargo da verdade
Sinto até saudade do antigo
Mas prefiro encarar a realidade
E, se me queixo de minha maldade...
...é por carência!
E só carência...
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
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