Queria poder expressar minha franqueza
A força de vontade passa longe
Sei que teria que partir de mim
Mas não parte
Sofro por não estar dando conta
Que dia descobrirão? Se é que já não perceberam...
Queria ser nobre... forte nem se fale...
Sou capaz de tomar uma surra sem bater
Sair do comodismo me dá medo
E nesse ensejo é que procuro me descrever...
A tentativa é de um autoconhecimento
Mas sei que adianta muito pouco se eu não me implicar
Queria ter sabias palavras a me dizer
Mas só tenho pobrezas a escrever...
Sinto até mesmo que falta inspiração pro blog...
Nem reclamar eu consigo...
A inércia tomou conta e isso é um perigo...
O que as pessoas fazem quando estão em perigo?
Lutam ou correm? Matam ou morrem?
Encontro-me sempre na segunda opção...
Tomara que ainda haja esperanças...
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Ama dure ser
Arrebento-me
E penso que é só por um instante
Mas vejo que é constante
Então eu me desdobro
E nego a mim mesmo
Pra ver se me faço bem
Saboto minha vontade
Pra fugir de minha inércia
Mas não me encontro
Pois não sei quem sou
Sem meus valores
Sem minhas dores
Doce mundo amargo da verdade
Sinto até saudade do antigo
Mas prefiro encarar a realidade
E, se me queixo de minha maldade...
...é por carência!
E só carência...
E penso que é só por um instante
Mas vejo que é constante
Então eu me desdobro
E nego a mim mesmo
Pra ver se me faço bem
Saboto minha vontade
Pra fugir de minha inércia
Mas não me encontro
Pois não sei quem sou
Sem meus valores
Sem minhas dores
Doce mundo amargo da verdade
Sinto até saudade do antigo
Mas prefiro encarar a realidade
E, se me queixo de minha maldade...
...é por carência!
E só carência...
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Ciclo de vida
Indecisão
Preço que pago com a solidão
Uma consciência em desajustamento vão
Repetindo a morte, pulsão
Labirinto torto, saia justa
Vê se me expulsa do seu coração
Pois se depende de mim
Não abro mão
Porque aparenta solução
Mas só aparenta
E sem razão
Por merecimento?
Não!
Deixe-me ter que plantar pra colher os frutos
Pois sonhos abruptos não dizem o óbvio
Tomar as rédeas da vida
Não é se entregar à vontade
Preço que pago com a solidão
Uma consciência em desajustamento vão
Repetindo a morte, pulsão
Labirinto torto, saia justa
Vê se me expulsa do seu coração
Pois se depende de mim
Não abro mão
Porque aparenta solução
Mas só aparenta
E sem razão
Por merecimento?
Não!
Deixe-me ter que plantar pra colher os frutos
Pois sonhos abruptos não dizem o óbvio
Tomar as rédeas da vida
Não é se entregar à vontade
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Feedback
A cada dia estou matando um pedaço de mim
Términos e voltas retratam a minha fraqueza
Se com ela ou com a outra, a verdade é que não importa
Os términos e voltas são porque eu estou perdido
Perdido de mim mesmo
De minha fragilidade que não é pouca
De meus momentos em que sou tão fraquinho que quase choro
Na verdade o Gustavo é daquele jeito que a gente sente quando vê uma cena de amor em filmes de comédia romântica...
Sou pequenininho... do tamanhozinho daquele sentimento
Apertadinho que fica no coração
Mas eu havia me esquecido disso
E achava o máximo encontrar grandeza em belas companheiras
Mas isso só serviu para tamponar
este "Pequeno Polegar" de 1,84
que resume todo o meu ser...
Mas eu vou me encontrando
Nem que seja me dando um tempo pra sofrer
E acho que assim me tornarei uma pessoa melhor
No sonho de um dia voltar triunfante...
Desculpem-me meus amores... amo vcs duas... mas agora eu tenho que me matar e reaprender a amar o meu verdadeiro eu... para que talvez um dia vocês também possam amar-me o Gustavo... e não a essa frágil imagem que eu andei passando mas que nada sou...
Términos e voltas retratam a minha fraqueza
Se com ela ou com a outra, a verdade é que não importa
Os términos e voltas são porque eu estou perdido
Perdido de mim mesmo
De minha fragilidade que não é pouca
De meus momentos em que sou tão fraquinho que quase choro
Na verdade o Gustavo é daquele jeito que a gente sente quando vê uma cena de amor em filmes de comédia romântica...
Sou pequenininho... do tamanhozinho daquele sentimento
Apertadinho que fica no coração
Mas eu havia me esquecido disso
E achava o máximo encontrar grandeza em belas companheiras
Mas isso só serviu para tamponar
este "Pequeno Polegar" de 1,84
que resume todo o meu ser...
Mas eu vou me encontrando
Nem que seja me dando um tempo pra sofrer
E acho que assim me tornarei uma pessoa melhor
No sonho de um dia voltar triunfante...
Desculpem-me meus amores... amo vcs duas... mas agora eu tenho que me matar e reaprender a amar o meu verdadeiro eu... para que talvez um dia vocês também possam amar-me o Gustavo... e não a essa frágil imagem que eu andei passando mas que nada sou...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Aonde vou?
Perdido da vida
Apenas incertezas e uma falta de juízo
Queria que fosse fácil, mas são muitos corações envolvidos
E eu fico nessa de me dividir...
São detalhes da vida
Acho que tenho que procurar ajuda
Uma análise por semana não está bastando
Mero desencanto que se torna um novo encanto
que pode vir a ser um canto que canto em meu canto só
Se isso acontecer não será nenhuma novidade...
Solidão... até que não
Medo dela, talvez
E não será diferente dessa vez...
Nunca foi... (é só ler o blog pra ver, não é?)
Mas agora se trata de uma virada na vida...
Fico com quem amo ou com quem estou?
Coloquei-me numa sinuca de bico e não sei nem onde está a caçapa...
Sei da minha desgraça e da que eu criei para elas...
Indecisões que levam ao fracasso...
Medo que leva a inércia
E a atitude? Fica pra depois...
Ou pra nunca mais, se o tempo já tiver se esgotado...
Apenas incertezas e uma falta de juízo
Queria que fosse fácil, mas são muitos corações envolvidos
E eu fico nessa de me dividir...
São detalhes da vida
Acho que tenho que procurar ajuda
Uma análise por semana não está bastando
Mero desencanto que se torna um novo encanto
que pode vir a ser um canto que canto em meu canto só
Se isso acontecer não será nenhuma novidade...
Solidão... até que não
Medo dela, talvez
E não será diferente dessa vez...
Nunca foi... (é só ler o blog pra ver, não é?)
Mas agora se trata de uma virada na vida...
Fico com quem amo ou com quem estou?
Coloquei-me numa sinuca de bico e não sei nem onde está a caçapa...
Sei da minha desgraça e da que eu criei para elas...
Indecisões que levam ao fracasso...
Medo que leva a inércia
E a atitude? Fica pra depois...
Ou pra nunca mais, se o tempo já tiver se esgotado...
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Recapitulando...
Quem me dera
Ter coragem pra dizer a ela
Que é de coragem que ela precisa
Claro que é por orgulho
Que eu nunca digo
Mas isso ela tem de sobra
Se achas que sou só eu
Tenho mil motivos
E mais um não seria difícil
Mas tenho vontade de nova chance
Sei que é esforço vão
A estrutura dela não me permite
Ou talvez sou eu que não a permito
Por mil motivos
E mais um não seria difícil
Mas acho que vou voltar
Só depende do esforço dela
E é só por isso que eu não dou certezas
... mas tudo isso não passa de um sintoma...
Ter coragem pra dizer a ela
Que é de coragem que ela precisa
Claro que é por orgulho
Que eu nunca digo
Mas isso ela tem de sobra
Se achas que sou só eu
Tenho mil motivos
E mais um não seria difícil
Mas tenho vontade de nova chance
Sei que é esforço vão
A estrutura dela não me permite
Ou talvez sou eu que não a permito
Por mil motivos
E mais um não seria difícil
Mas acho que vou voltar
Só depende do esforço dela
E é só por isso que eu não dou certezas
... mas tudo isso não passa de um sintoma...
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Término
Não é fácil terminar
Uma demanda de amor
Eu sei que vai chorar
Talvez eu também vou
Mas sei que ando só
Sei que não vai mudar
Sei, quiseras vencer
Mas caiu
Tento explicar
Por pura perversão
Faixada pra visão
Um pensamento vão
Medo de arrepender
De não voltar atrás
Mas se não estava bom
Porque acreditar?
Gosto de você
Não amo.
Talvez seja porque
Eu nunca fui amado...
Do seu namorado
Se despeça agora
Porque logo em outrora
Eh passado...
Queria que ela fosse alguém que ela nunca vai ser...
Queria estar com ela e conseguir ser forte pra apostar em mudanças...
Mas nada irá mudar... sou fraco para suportar...
Sou pura indecisão...
Não sei do seu tesão
E a pura sensação é que eu estou perdido...
É por isso que me despeço... só por isso...
Talvez porque você seja maior do que eu...
Uma demanda de amor
Eu sei que vai chorar
Talvez eu também vou
Mas sei que ando só
Sei que não vai mudar
Sei, quiseras vencer
Mas caiu
Tento explicar
Por pura perversão
Faixada pra visão
Um pensamento vão
Medo de arrepender
De não voltar atrás
Mas se não estava bom
Porque acreditar?
Gosto de você
Não amo.
Talvez seja porque
Eu nunca fui amado...
Do seu namorado
Se despeça agora
Porque logo em outrora
Eh passado...
Queria que ela fosse alguém que ela nunca vai ser...
Queria estar com ela e conseguir ser forte pra apostar em mudanças...
Mas nada irá mudar... sou fraco para suportar...
Sou pura indecisão...
Não sei do seu tesão
E a pura sensação é que eu estou perdido...
É por isso que me despeço... só por isso...
Talvez porque você seja maior do que eu...
sábado, 15 de setembro de 2007
Espelho
Se de corações abertos o mundo precisa
Eu precisaria ainda mais de um...
Se acha necessário que eu me explique
Vou achar que só deve estar brincando
Névoas brincadeiras onde há sinceridade
Leves como o vento são as frases solitárias
Se o que prefere é fingir não escutar
Calo-me mas com um coração a menos
Sei que não faria tanta diferença
Sei desse refluxo ar de pouca crença
Sei do amor nunca compartilhado
Sei da dor da pura ilusão
Se não poderia dizer que se arriscou
Sei que é pobre o homem com o seu amor
Sei da hipocrisia do meu egoísmo
Rio de narciso só pra refletir
Peço podres pra me envenenar
Peço ruas para vadiar
Peço amores pra poder me olhar
E me despeço!
Eu precisaria ainda mais de um...
Se acha necessário que eu me explique
Vou achar que só deve estar brincando
Névoas brincadeiras onde há sinceridade
Leves como o vento são as frases solitárias
Se o que prefere é fingir não escutar
Calo-me mas com um coração a menos
Sei que não faria tanta diferença
Sei desse refluxo ar de pouca crença
Sei do amor nunca compartilhado
Sei da dor da pura ilusão
Se não poderia dizer que se arriscou
Sei que é pobre o homem com o seu amor
Sei da hipocrisia do meu egoísmo
Rio de narciso só pra refletir
Peço podres pra me envenenar
Peço ruas para vadiar
Peço amores pra poder me olhar
E me despeço!
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Atual cotidiano
Brigas
Nada mais do que brigas
Onde fui amarrar minha égua?
Não sei...
Só sei que sonhara que fosse bom...
Mas não era a namorada...
Era outra..
Era a "ex"...
Vida volta...
Sonho fica....
Mas só em pensamentos vãos
O inconsciente prevalece mas a atitude nega
Pobre de mim que sou fraco e covarde
Falta certezas pois o mundo as engole...
Bons e velhos tempos não retornam jamais
Apenas lembranças e sonhos
Devaneios numa vida sem sentido
Nada mais do que brigas
Onde fui amarrar minha égua?
Não sei...
Só sei que sonhara que fosse bom...
Mas não era a namorada...
Era outra..
Era a "ex"...
Vida volta...
Sonho fica....
Mas só em pensamentos vãos
O inconsciente prevalece mas a atitude nega
Pobre de mim que sou fraco e covarde
Falta certezas pois o mundo as engole...
Bons e velhos tempos não retornam jamais
Apenas lembranças e sonhos
Devaneios numa vida sem sentido
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Marasmo...
Ando sem forças...
Me prendo a um relacionamento sem amor... talvez eu o faça só por faixada...
E ela por não pensar em muita coisa...
Talvez evolua... talvez não... (se tens curiosidade sobre o post anterior: ela ligou no dia seguinte... 3 vezes... e isso representa alguma coisa... mas não muita...)
No momento a fluidez não me incomoda tanto...
Porém eu peco quando essa mesma fluidez passa a atingir frações de minha vida com as quais eu preciso de um pouco mais de organização...
Atualmente minha dissertação de mestrado vem sendo o cerne da questão de minha vida...
Deveres a cumprir são o que nos faz sujeitos sociais... porém, quisera eu ter tempo para tudo...
Tenho medo que a leveza me consuma... mas a luta é uma constante...
Me prendo a um relacionamento sem amor... talvez eu o faça só por faixada...
E ela por não pensar em muita coisa...
Talvez evolua... talvez não... (se tens curiosidade sobre o post anterior: ela ligou no dia seguinte... 3 vezes... e isso representa alguma coisa... mas não muita...)
No momento a fluidez não me incomoda tanto...
Porém eu peco quando essa mesma fluidez passa a atingir frações de minha vida com as quais eu preciso de um pouco mais de organização...
Atualmente minha dissertação de mestrado vem sendo o cerne da questão de minha vida...
Deveres a cumprir são o que nos faz sujeitos sociais... porém, quisera eu ter tempo para tudo...
Tenho medo que a leveza me consuma... mas a luta é uma constante...
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Mais uma dose de post para os meus reclames!
Incomoda-me o fato de uma pessoa não se empenhar em seu próprio namoro...
Como pode dar certo se uma das pessoas não faz por onde???
Tenho acessos de raiva... mas isso é só pra esconder a tristeza... frustração...
Me incomoda até mesmo o ódio que ela sente por um "ex"...
Pois as vezes até acredito que, na raiva, a gente dorme com o inimigo..
E isso é que é o pior...
Dessa vez vou contra os meus princípios... não vou ligar... e se ela também não o fizer, vou deixar com que a distância nos consuma...
Cansei de explicar meus pontos de vista para o vento...
Cansei de tentar calcar meu relacionamento em pedras e concreto enquanto ela se julga no direito de não ter um peso....
Como eu já disse, concordando com Kundera, leveza em demasia é, também, insustentável...
Não faço por orgulho.. mas por cansaço...
Aguardo atitudes apenas para não doar meus punhos às pontas de facas...
Espero que ela me ligue... ou ao menos envie mensagem... ou um email... ou um scrap... mas que, dessa vez, não parta de mim novamente!
Como pode dar certo se uma das pessoas não faz por onde???
Tenho acessos de raiva... mas isso é só pra esconder a tristeza... frustração...
Me incomoda até mesmo o ódio que ela sente por um "ex"...
Pois as vezes até acredito que, na raiva, a gente dorme com o inimigo..
E isso é que é o pior...
Dessa vez vou contra os meus princípios... não vou ligar... e se ela também não o fizer, vou deixar com que a distância nos consuma...
Cansei de explicar meus pontos de vista para o vento...
Cansei de tentar calcar meu relacionamento em pedras e concreto enquanto ela se julga no direito de não ter um peso....
Como eu já disse, concordando com Kundera, leveza em demasia é, também, insustentável...
Não faço por orgulho.. mas por cansaço...
Aguardo atitudes apenas para não doar meus punhos às pontas de facas...
Espero que ela me ligue... ou ao menos envie mensagem... ou um email... ou um scrap... mas que, dessa vez, não parta de mim novamente!
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
A sorte ou beleza rara de ter a pessoa por perto
Sempre sinto-me tocado por ver filmes de amor...
Sejam romances ou não... sejam verdades da vida...
Sejam mensagens de amor ou de paz...
O fato está nos atos que nos unem a um todo maior...
Enquanto as folhas caem, existe alguém que as varre com muito carinho...
Sou tomado pela escrita e pelo trabalho
Quisera ser pelo amor e isto já é um começo...
A exigência da vida nos faz distantes
Mas as distâncias se tornam irrelevantes
Devido aos atos constantes de se falar por telefone
Aquilo que aumenta e encurta espaços permite que os pontos de vista decifrem sobre seus benefícios.
Esse é o preço da tecnologia que as vezes me parece opressora, mas que, por vezes outras como esta de agora, se mostra tão bela pelas novas possibilidades
Receio pela recepção de um “torpedo sms”... mas a vontade de falar prevalece e minhas teclas escrevem por si sós...
Amo a vida e amo a escrita... queria amar os estudos... mas são os esforços que nos motivam...
Arregace as mangas e voe Gustavão... para bem alto.... e para bem longe...
Um grande abraço de mim para eu mesmo!
Sejam romances ou não... sejam verdades da vida...
Sejam mensagens de amor ou de paz...
O fato está nos atos que nos unem a um todo maior...
Enquanto as folhas caem, existe alguém que as varre com muito carinho...
Sou tomado pela escrita e pelo trabalho
Quisera ser pelo amor e isto já é um começo...
A exigência da vida nos faz distantes
Mas as distâncias se tornam irrelevantes
Devido aos atos constantes de se falar por telefone
Aquilo que aumenta e encurta espaços permite que os pontos de vista decifrem sobre seus benefícios.
Esse é o preço da tecnologia que as vezes me parece opressora, mas que, por vezes outras como esta de agora, se mostra tão bela pelas novas possibilidades
Receio pela recepção de um “torpedo sms”... mas a vontade de falar prevalece e minhas teclas escrevem por si sós...
Amo a vida e amo a escrita... queria amar os estudos... mas são os esforços que nos motivam...
Arregace as mangas e voe Gustavão... para bem alto.... e para bem longe...
Um grande abraço de mim para eu mesmo!
terça-feira, 17 de julho de 2007
A espera
Solidão
Apenas a espera por uma ligação
A segurança de recebê-la
Faz com que a espera se torne uma constante...
A vontade de ligar ou a obrigação de jogar?
Seria mais fácil se a honestidade do sentimento ditasse as regras
Mas a vida é um jogo e eu não quero perder...
Não quero perdê-la
Nem a vida, nem minha amada
Espero que tudo dê certo
Mas temo que fuja do meu controle
E depender é sempre muito ruim
Acho que até posso ser otimista
Mas tremo como vara verde
Impotente eu me consumo
Sou consumido por meus sentimentos
Carência é uma realidade
E pessoas se prestam a terríveis relacionamentos para se livrarem dela
Mas é uma saída tão equivocada quanto a própria existência
"E ela continua sem ligar..."
Apenas a espera por uma ligação
A segurança de recebê-la
Faz com que a espera se torne uma constante...
A vontade de ligar ou a obrigação de jogar?
Seria mais fácil se a honestidade do sentimento ditasse as regras
Mas a vida é um jogo e eu não quero perder...
Não quero perdê-la
Nem a vida, nem minha amada
Espero que tudo dê certo
Mas temo que fuja do meu controle
E depender é sempre muito ruim
Acho que até posso ser otimista
Mas tremo como vara verde
Impotente eu me consumo
Sou consumido por meus sentimentos
Carência é uma realidade
E pessoas se prestam a terríveis relacionamentos para se livrarem dela
Mas é uma saída tão equivocada quanto a própria existência
"E ela continua sem ligar..."
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Que "pena"...
Estou no princípio de um novo relacionamento...
Ela é bonita e fria...
Eu diria uma pedra de gelo...
Isso me faz pensar no que realmente importa num relacionamento entre duas pessoas...
Ela voa tão alto que tem o tom da alienação... inatingível!
Então, faço poesia parafraseando Milan Kundera:
A INSUSTENTÁVEL LEVEZA D'OCÊ
Bem de leve
De tão brando quase falta sentido
Sem sentido
Peso pluma
Sempre se faz de rogada
Nunca alerta
Boca aberta
Pouco ou demasiado esperta
Minha porta entreaberta pr'uma festa de grande volume
Incólumes as tardes que eu passo sem te ver
Desertas são as frases que tenho pra oferecer
Talvez seja imaturidade
Só farra de meia idade
Ou a simples metade que eu tenho pra crescer
São muitas as notícias que chegaram de você
E mais são as notícias que nunca chegaram
E em que pé que eu fico aqui?
Sentado, quase calado e talvez cansado de esperar por ti
Ela é bonita e fria...
Eu diria uma pedra de gelo...
Isso me faz pensar no que realmente importa num relacionamento entre duas pessoas...
Ela voa tão alto que tem o tom da alienação... inatingível!
Então, faço poesia parafraseando Milan Kundera:
A INSUSTENTÁVEL LEVEZA D'OCÊ
Bem de leve
De tão brando quase falta sentido
Sem sentido
Peso pluma
Sempre se faz de rogada
Nunca alerta
Boca aberta
Pouco ou demasiado esperta
Minha porta entreaberta pr'uma festa de grande volume
Incólumes as tardes que eu passo sem te ver
Desertas são as frases que tenho pra oferecer
Talvez seja imaturidade
Só farra de meia idade
Ou a simples metade que eu tenho pra crescer
São muitas as notícias que chegaram de você
E mais são as notícias que nunca chegaram
E em que pé que eu fico aqui?
Sentado, quase calado e talvez cansado de esperar por ti
terça-feira, 19 de junho de 2007
Volto depois de quase 2 anos...
Simplesmente só...
Tão freqüente se faz minha impontência
Já sem amigos, me sinto aos poucos estasiado de afeto
Sem referências de um passado
Sem as certezas do futuro...
O presente me angustia
Não é bom... por enquanto
A espera na janela por alguém que nunca vem..
A vontade de um dia parar de jogar
A vontade de amigos pra me confortar
Quanto tempo não tenho um do sexo oposto...
Quero colo e carinho
Quero abraços e beijinhos
Quero alguém pra me escutar
Quero uma solução
Quero a chance de mostrar pro mundo o meu coração
Por que diabos eu preciso tanto de alguém?
E ela nunca vem....
Saudades do novo...
O antigo já era pouco....
A angústia é insegurança...
Mas a vida é uma aventurança
Tão freqüente se faz minha impontência
Já sem amigos, me sinto aos poucos estasiado de afeto
Sem referências de um passado
Sem as certezas do futuro...
O presente me angustia
Não é bom... por enquanto
A espera na janela por alguém que nunca vem..
A vontade de um dia parar de jogar
A vontade de amigos pra me confortar
Quanto tempo não tenho um do sexo oposto...
Quero colo e carinho
Quero abraços e beijinhos
Quero alguém pra me escutar
Quero uma solução
Quero a chance de mostrar pro mundo o meu coração
Por que diabos eu preciso tanto de alguém?
E ela nunca vem....
Saudades do novo...
O antigo já era pouco....
A angústia é insegurança...
Mas a vida é uma aventurança
Assinar:
Comentários (Atom)
